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Não há almoços grátis

Quantos de nós não sentimos hoje a falta da Internet como a de qualquer outro bem essencial, como a eletricidade? Muito poucos, seguramente. Diariamente, a Internet aumenta a sua preponderância nas nossas vidas e já não nos imaginamos a viver sem ela.

O crescimento das infraestruturas de informação tecnológicas, a desmaterialização de diversos processos, dos mais variados setores, bem como a facilidade de acesso a um sem-fim de bens e serviços, têm permitido o alargamento da nossa pegada digital.

Acontece que nem tudo são boas notícias e, como se costuma dizer, “não há almoços grátis”! A acompanhar esta evolução que nos facilita tanto a vida assistimos a um crescimento acentuado dos perigos cibernáuticos e das ameaças digitais. Assim, a atenção que devemos ter com a cibersegurança e com as ferramentas disuasoras e moderadoras desempenha um papel fundamental no panorama digital.

A crescente preocupação com a segurança dos dados pessoais e empresariais, com ameaças que podem comprometer por completo um negócio ou uma vida pessoal, traz novas soluções, otimizadas diariamente, para que a segurança destes dados sensíveis seja salvaguardada com 100% de certeza de que nenhuma ofensiva os faça sair da alçada dos seus detentores.

Mas não é só da navegação tradicional que devemos falar. Novas tecnologias, como controlo de voz e o seu reconhecimento, biometria de identificação de utilizadores, localização geoespacial, reconhecimento facial (com prova de vida), são, cada vez mais, desafios que, num contexto de segurança, é imperativo ter em consideração para que as soluções de combate ao cibercrime permitam uma defesa integrada de todos, de forma transversal.

Será, assim, o investimento em soluções de cibersegurança justificável?

Se me é permitida esta analogia, quantas vezes as organizações se questionam sobre a necessidade de investirem em formação dos seus quadros face à possibilidade destes depois saírem, esquecendo-se que bem pior será não efetuarem esse investimento e esses mesmos quadros ficarem… Na cibersegurança, com as devidas diferenças, acontece algo similar: vale a pena investir em cibersegurança, correndo o risco de não ser alvo de nenhum ataque, face aos prejuízos de um eventual ataque e de não se ter efetuado esse investimento?

Não nos enganemos, pois hoje o alvo dos ataques não são apenas as grandes empresas. Nos nossos dias, o ataque preferencial é efetuado na base da dispersão de alvos, o que nos torna a todos – pessoas e empresas de todos os tamanhos – alvos prontos a serem atingidos a qualquer momento.

Na jp.di estamos atentos à evolução dessas mesmas soluções e das que melhor se adequam a cada realidade e necessidade. Soluções que ajudam tanto o tecido empresarial como os utilizadores particulares a garantirem que os seus dados estão seguros, livres de novas formas de ataque que diariamente são lançadas para a Web.